A palavra testemunho tem destaque em todos os
escritos de João, desde o evangelho até o Apocalipse. Como cristãos, damos
testemunho a respeito do Senhor Jesus, e isso vai gerar um outro testemunho que
será dado a nosso próprio respeito. O procedimento será observado e produzirá
um testemunho positivo ou negativo.
João se alegrou pelo testemunho dado pelos
irmãos a respeito de Gaio. Contudo, os estranhos também dão
testemunho. Nesse contexto, os "estranhos" são irmãos vindos de
outros lugares. No verso 12, todos dão testemunho, inclusive o
próprio apóstolo e a própria verdade. Parece que a verdade,
nesse contexto, está relacionada à doutrina, a qual serviria como parâmetro
para confirmar determinado testemunho.
Vemos, portanto, que as nossas
obras geram testemunhos a nosso respeito e essas mensagens circulam rapidamente
e estruturam ou derrubam nossa reputação.
A epístola destaca o procedimento de
Gaio, Diótrefes e Demétrio. Daí surgiram testemunhos positivos e
negativos, fazendo com que essas pessoas se tornassem bons ou
maus exemplos, a serem imitados ou evitados.
Gaio e Demétrio são apresentados como cristãos
fiéis (vs.3-6,12). Diótrefes é visto como ambicioso. Estava na liderança, mas
João não o reconhece como tal. O apóstolo diz que Diótrefes "gosta de ter
entre eles a primazia." (v.10). Ele gostava de ser líder, contudo não era
vocacionado para aquele trabalho. Seu caráter se manifesta por suas palavras e
ações:
- Profere palavras maliciosas.
- Profere palavras maliciosas.
-
Não recebe o apóstolo João na igreja. É rebelde contra as autoridades
espirituais.
-
Proíbe que os irmãos o recebam.
-
Exclui da igreja quem o faz. (v.10).
Gaio, que já andava na verdade, deveria se
inspirar nos bons exemplos (v.11)
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